Inovação por design, em grande escala.
+17 anos liderando estratégia, cultura e projetos de inovação em organizações brasileiras de grande porte — do mercado financeiro ao agro, da saúde à fábrica.
Projeto como verbo.
Faço inovação onde ela é mais difícil: em organizações tradicionais, hierárquicas e de grande porte — bancos centenários, indústrias de DNA militar, agro de oitenta anos, saúde de alto rigor. Aqui, método sem contexto, relação e influência vira teatro.
Uso o design como infraestrutura: uma forma de organizar pessoas, decisões e cultura em torno de uma pergunta — o que a empresa faria se começasse pelo usuário? Crio e desenvolvo produtos e serviços do problema à operação, sempre com a pergunta que decide tudo: como isso se sustenta? Construo a solução junto aos times de negócio, para que o modelo por trás dela feche.
Em inovação aberta, atuo lado a lado com startups — do scouting às PoCs — traduzindo tecnologia emergente em valor real para o negócio. É a mesma jornada de quem constrói um negócio do zero: encontrar o problema certo, provar a solução e torná-la viável.
Design como plataforma.
Não trato o design como uma etapa criativa nem como um workshop pontual. Trato como plataforma — a infraestrutura que organiza pessoas, decisões e cultura por trás de tudo o que entrego: estratégia, inovação aberta, formação, novos serviços.
Todos os 26 cases deste portfólio nasceram dessa mesma dinâmica sistêmica. O framework abaixo descreve como ela funciona — construído ao longo de 17 anos e aplicado do banco ao agro, do laboratório à fábrica.
Framework de atuação — design para a mudança
Sistema vivo · não linearEntender a organização é o ponto de partida e o eixo de tudo: conhecer história e dinâmica de negócio, alinhar propósito, estratégia, cultura, estrutura e competências. A partir daí o ciclo gira de forma contínua — Explorar novas fronteiras (cenários, tecnologia, comportamento), Praticar novas abordagens (rede de parceiros, inovação aberta, protótipo·teste·medição) e Aprender competências e liderança para execução, instalando capacidade que fica na organização. No centro de cada giro estão sempre as pessoas — significado, comportamento, conhecimento, confiança e resultado.
O design opera em ordens crescentes de complexidade — de sinais e símbolos a produtos, serviços e, no nível mais alto, sistemas e organizações. É nesse quarto nível, o do design de sistemas, que minha atuação se concentra: desenhar a rede de interações entre pessoas, organizações e mundo.
Síntese — campo de atuação
Orquestrador de sistemasEsta é a leitura que amarra 17 anos de prática. Atuo como orquestrador de sistemas, transitando do tático ao visionário e conectando três ambientes: o externo (explorar fronteiras, interpretar movimentos, construir rede), o interno (entender a organização em todas as suas camadas — propósito, estratégia, cultura, estrutura, competências) e a criação (construir hipóteses e soluções integradas, do gráfico ao sistêmico). Cada projeto deste portfólio é uma volta por esse campo.
Onde atuei.
Clique em uma organização para filtrar os cases abaixo.
Projetos liderados.
Filtre por indústria ou por organização. Cada card abre o contexto, a abordagem e os resultados.
A caixa de competências.
A plataforma do design se apoia em abordagens concretas. Estas são as que mais aparecem na prática — meios a serviço da mudança, nunca o fim.
Onde aprendi.
Uma trajetória de formação contínua entre comunicação, design e negócios — com passagens por instituições que ancoram a visão sistêmica entre cultura, tecnologia e mundo.
Vamos desenhar
o próximo projeto?
Estratégia, cultura, mentoria executiva, design de serviço. Conversas exploratórias sem compromisso.